sábado, 26 de julho de 2008
segunda-feira, 21 de julho de 2008
GELADO DE MORANGO E SUSPIROS
Essa é a minha receita preferida desse inverno. Insira nos comentários a sua receita também!
INGREDIENTES:
2 caixinhas de gelatina. Sabor morango.
200 g de biscoito champanhe, tipo inglês. (Açúcar fino – Bauduco)
200 g de suspiros
4 copos de yogurte, sabor morango.
2 caixas de morangos lavados
500 ml chantily
MODO DE FAZER:
2 caixinhas de gelatina. Sabor morango.
200 g de biscoito champanhe, tipo inglês. (Açúcar fino – Bauduco)
200 g de suspiros
4 copos de yogurte, sabor morango.
2 caixas de morangos lavados
500 ml chantily
MODO DE FAZER:
Prepare a gelatina conforme instruções da embalagem. Coloque na taça ou refratário e gele. Quando quase firme (treme-treme), cubra com biscoitos quebrados, morangos picados, suspiros e por último, o yogurte.Cubra com o creme chantily, suspiros e morangos inteiros para decorar. Conserve em geladeira até o momento de servir. Pode ser servido também em taças individuais. FÁCIL E DELICIOSO!
domingo, 20 de julho de 2008
PAIXÃO POR COMER
Tudo começou há muito tempo atrás, quando eu ainda era chamada de “Bulinha” devido minha aparência mais rechonchuda, ou seja, “Bolinha”. Desde criança gostava muito de comer de tudo, mas, claro, eu tinha meus pratos preferidos. Arroz com ovo esfareladinho, mexido com farinha, sopa de frango da vovó Joana com macarrão de letrinhas, mingau de fubá, de maizena com chocolate, de aveia com canela e pedaços de queijo derretido, pé de moleque de leite condensado, bolo prestígio da mãe da Ciça, cujos pedacinhos vinham molhados, embrulhados no papel alumínio e eram servidos gelados. Biscoitinhos “um dois três”, “speculaas”, pastel de nata de Sabará, entre outras receitas inesquecíveis... Realmente, o cheiro e o sabor marcam a infância pelo resto da vida. E até hoje algumas das minhas comidas de criança estão na lista das minhas favoritas.
Minha paixão por comer existe desde que eu me entendo por gente, mas a por cozinhar é recente. Só se concretizou mesmo após o meu casamento, quando descobri na culinária a melhor maneira de reunir pessoas na minha casa.
Minha mãe nos educou, cultivando entre nós, o ritual da mesa. Eu, minhas irmãs, meus pais, minha avó materna e outros familiares, todos os domingos, nos encontrávamos em uma mesa com dezesseis lugares, onde eram servidas comidas ricas em sabor e vitaminas, uma grande fartura de verduras, legumes e frutas, muitos deles crescidos ali mesmo, na terra de nosso sítio. Nossos pratos ficavam bastante coloridos, devido à variedade de alimentos. E minha mãe exigia a presença de todos naquela mesa.
Depois de nos darmos por satisfeitos, nosso hábito era ir assistir um filme, desculpa para um cochilo. Já essa parte era liderada pelo papai, cinéfilo de carteirinha. E logo depois da sessão de cinema, a mesa já estava posta novamente. Broa de fubá, bolo formigueiro, doce de leite do Zé, rosca caseira, queijo e café, como toda boa mesa mineira. O motivo era não deixar dispersar a família.
Lá em casa, eu queria fazer o mesmo que minha mãe. Cozinhar se tornou primeiramente necessário, depois um prazer e, hoje, posso chamar de minha terapia. Entre bolos confeitados, “goulach”, biscoito três farinhas, arroz com pato e macarrão à bolonhesa, faço da cozinha meu descanso, minha distração, meu lazer. E também um espaço de criação, um laboratório de delícias da gula. Erros e acertos, surpresas, recriar um sabor já experimentado, aproveitar os alimentos para não haver desperdício, tudo isso faz parte do desafio, da motivação.
É divertido passar as horas amassando massa, me sujando de farinha, variando temperos, provando misturas, descobrindo a química dos alimentos, testando receitas. E depois, dividir as minhas descobertas com o meu marido, meus amigos e a minha família. Essa parte é a mais curiosa, as reações, os gostos, as opiniões. E quando eu consigo agradar aos mais diversos paladares, a todos ao mesmo tempo, é quando eles provam o INTANGÍVEL, o famoso ingrediente a base de AMOR E CARINHO.
Minha paixão por comer existe desde que eu me entendo por gente, mas a por cozinhar é recente. Só se concretizou mesmo após o meu casamento, quando descobri na culinária a melhor maneira de reunir pessoas na minha casa.
Minha mãe nos educou, cultivando entre nós, o ritual da mesa. Eu, minhas irmãs, meus pais, minha avó materna e outros familiares, todos os domingos, nos encontrávamos em uma mesa com dezesseis lugares, onde eram servidas comidas ricas em sabor e vitaminas, uma grande fartura de verduras, legumes e frutas, muitos deles crescidos ali mesmo, na terra de nosso sítio. Nossos pratos ficavam bastante coloridos, devido à variedade de alimentos. E minha mãe exigia a presença de todos naquela mesa.
Depois de nos darmos por satisfeitos, nosso hábito era ir assistir um filme, desculpa para um cochilo. Já essa parte era liderada pelo papai, cinéfilo de carteirinha. E logo depois da sessão de cinema, a mesa já estava posta novamente. Broa de fubá, bolo formigueiro, doce de leite do Zé, rosca caseira, queijo e café, como toda boa mesa mineira. O motivo era não deixar dispersar a família.
Lá em casa, eu queria fazer o mesmo que minha mãe. Cozinhar se tornou primeiramente necessário, depois um prazer e, hoje, posso chamar de minha terapia. Entre bolos confeitados, “goulach”, biscoito três farinhas, arroz com pato e macarrão à bolonhesa, faço da cozinha meu descanso, minha distração, meu lazer. E também um espaço de criação, um laboratório de delícias da gula. Erros e acertos, surpresas, recriar um sabor já experimentado, aproveitar os alimentos para não haver desperdício, tudo isso faz parte do desafio, da motivação.
É divertido passar as horas amassando massa, me sujando de farinha, variando temperos, provando misturas, descobrindo a química dos alimentos, testando receitas. E depois, dividir as minhas descobertas com o meu marido, meus amigos e a minha família. Essa parte é a mais curiosa, as reações, os gostos, as opiniões. E quando eu consigo agradar aos mais diversos paladares, a todos ao mesmo tempo, é quando eles provam o INTANGÍVEL, o famoso ingrediente a base de AMOR E CARINHO.
quinta-feira, 17 de julho de 2008
CHOCOLATE
Eu sei que chocolate, além da gordura do cacau, tem outras gorduras, açúcares e muitas calorias. Engorda, não faz bem para o intestino, nem para o coração. Mas, que sensação! Que doçura! Que bálsamo! Parece ser uma mistura divina e que foi criado especialmente para as mulheres. E aí, vem o lado bom, a reação que ele provoca no organismo. Serve para aliviar a tensão pré-menstrual, para dor de cabeça, para acalmar e aconchegar.
Eu sei também que a compulsão é um desvio que não deve ser alimentado, e sim, tratado. Mas, está mais do que provado, só o calórico sacia o impulso. E o prazer de ter o chocolate em fartura, é ainda maior! Comer tudo de uma só vez, confunde-se com o poder. Quanto maior a quantidade, maior a duração. Ou optar por comer o chocolate devagarzinho, se sujando, se lambuzando, é quase sensual. E deixar um restinho porque ficou ardendo por dentro, doendo de tanto doce. Chegar ao ápice do prazer! Pode ser doentio, mas é humano. E de vez enquanto, uma compulsãozinha não faz mal a ninguém. Chocolate é o remédio da alma!
E é até difícil acreditar que algo que parece ser tão perfeito como o chocolate, não é perfeito. Por isso que eu escolho o imperfeito. Assumo ter celulite, uma espinha no rosto e as curvas mais arredondadas. Prefiro me sentir humana, simples e real. Quero o charme de uma mulher comum. Amo a liberdade, poder ser eu mesma, com minhas virtudes e minhas fraquezas. Eu me rendo ao chocolate, porque ele ameniza as desilusões e os erros da vida. Afinal, sou humana e sou mulher.

Eu sei também que a compulsão é um desvio que não deve ser alimentado, e sim, tratado. Mas, está mais do que provado, só o calórico sacia o impulso. E o prazer de ter o chocolate em fartura, é ainda maior! Comer tudo de uma só vez, confunde-se com o poder. Quanto maior a quantidade, maior a duração. Ou optar por comer o chocolate devagarzinho, se sujando, se lambuzando, é quase sensual. E deixar um restinho porque ficou ardendo por dentro, doendo de tanto doce. Chegar ao ápice do prazer! Pode ser doentio, mas é humano. E de vez enquanto, uma compulsãozinha não faz mal a ninguém. Chocolate é o remédio da alma!
E é até difícil acreditar que algo que parece ser tão perfeito como o chocolate, não é perfeito. Por isso que eu escolho o imperfeito. Assumo ter celulite, uma espinha no rosto e as curvas mais arredondadas. Prefiro me sentir humana, simples e real. Quero o charme de uma mulher comum. Amo a liberdade, poder ser eu mesma, com minhas virtudes e minhas fraquezas. Eu me rendo ao chocolate, porque ele ameniza as desilusões e os erros da vida. Afinal, sou humana e sou mulher.

terça-feira, 15 de julho de 2008
INVERNO 2008
Se você, assim como eu, pensou que o inverno de 2008 não fosse chegar, mas foi surpreendido com a necessidade de usar uma malha mais quentinha. E além de verificar que a temperatura mais baixa ainda chega ao Brasil, sentiu na própria pele o vírus da gripe, que há muito tempo o seu corpo não experimentava. Dores musculares, febre, tosse, nariz escorrendo e irritação na garganta. Não desanime, é passageiro! Eu fui solidária nesse processo, mas mandei a gripe embora com muita atitude, tilenol e chazinho. E já me entusiasmei com a nova estação, preenchendo meu corpo e minha mente com as delícias do inverno.
É necessário ingerir muito líquido e praticar exercícios físicos. Recomenda-se também bastante vitamina, aproveite as frutas da época, morango e mexerica! Mas, o que eu realmente recomendo é cuidar do interno. Bloquear a entrada do desânimo e da inércia que o clima seco e frio provoca. Mudar de estação como quem muda de espírito. Incorporar a PÁSCOA junina.
Faça da preguiça uma farra. Ponha para fora do armário as mantas, os cobertores, os edredons, o pijama de flanela e a meia grossa. Assista à filmes com chocolate quente. Faça da sua casa sua diversão, nada a ver com solidão. Mas, não fique só do sofá para cama. Passeie na rua, afinal, se você não usar aquele lindo casaco xadrez agora, só Deus sabe quando vai fazer frio aqui de novo.
Inverno combina com cultura, vá ao teatro, à ópera, ao cinema. Nas noites mais frias, acabe aquele livro que começou no ano passado e treine o seu instrumento musical favorito. Viaje na sua imaginação, viva como se estivesse em Paris...
Escolha pelo menos uma festa junina para ir, de preferência a mais original de todas. Festa na roça, com traje típico, quadrilha, adultos e crianças, com cheiro de fogueira e barulho de estalinho. Se lambuze de caldinho de feijão, caldo de mandioca, canjica, pé de moleque e quentão. Depois queime as calorias dançando forró e vai embora só quando a banda parar ou o pé não agüentar. É só uma vez no ano, por isso é permitido extrapolar!
Tire o atraso com o seu amor... Acenda o romantismo, o carinho e a afeição que existe entre vocês. E também o fogo, acenda a lareira da paixão. Use o vinho para esquentar, mas explore o toque que é com certeza o melhor aquecedor humano. Faça a sua parte, pois a estação já está fazendo a dela, com seu clima frio e a lua de inverno. Um convite à paixão...
Arrume as gavetas, os papéis, a cabeça. Faça planos para o segundo semestre. Invente uma moda, um novo curso, um novo esporte, afinal, é hora de rever sua meta. O inverno chega para inovar. Crie uma nova rotina e coloque as coisas em dia. Só depende de você, fazer o inverno de 2008, o melhor de sua vida.
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